Tanta leitura em Janeiro!

Tanta leitura em Janeiro!

Olá birdies!
Este post estava pronto há séculos, mas entretanto fui de férias e deixei quase tudo de lado…
Vou tentar voltar às opiniões e posts, o mais rápido possível, até porque tenho lido IMENSO!

Podem ver os livros/mangas que li durante o mês de Janeiro e se quiserem saber a opinião de algum… bem… neste post são apenas dois, os que têm opinião. Oops hehe. Cá estão eles.

Archer’s Voice, de Mia Sheridan
If There’s No Tomorrow, de Jennifer L. Armentrout

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Mas AMEI algumas das leituras! Até já estão na lista de melhores do ano 2018!
Esperemos que tenha muitos mais na lista!

Little peck ~

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If There’s No Tomorrow, de Jennifer L. Armentrout

If There’s No Tomorrow, de Jennifer L. Armentrout

Caraças que livro! Não estava nada à espera! I was literally in pain!
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Autora: Jennifer L. Armentrout
Editora: Harlequin Teen
ISBN13: 9780373212224

– Sinopse (ENG) – 
A single choice can change everything.

Lena Wise is always looking forward to tomorrow, especially at the start of her senior year. She’s ready to pack in as much friend time as possible, to finish college applications, and to maybe let her childhood best friend Sebastian know how she really feels about him. For Lena, the upcoming year is going to be epic—one of opportunities and chances.
Until one choice, one moment, destroys everything.
Now Lena isn’t looking forward to tomorrow. Not when friend time may never be the same. Not when college applications feel all but impossible. Not when Sebastian might never forgive her for what happened.
For what she let happen.
With the guilt growing each day, Lena knows that her only hope is to move on. But how can she move on when she and her friends’ entire existences have been redefined? How can she move on when tomorrow isn’t even guaranteed?

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– Sem spoiler –

Basta apenas um segundo. Uma decisão. Uma escolha errada. E tudo desmonora. É literalmente isto que este livro, nos quer fazer pensar. Que em segundos a nossa vida pode mudar radicalmente. Que tudo o que conhecemos, tudo o que imaginamos, tudo o que sonhamos para o nosso futuro, pode desaparecer.

O livro informa-nos de escolhas que todos nós já fizemos, pelo menos, uma vez na vida. De comportamentos que adoptamos e que pensamos sempre “ah a mim não vai acontecer nada”. Quantas vezes não ouvimos alguém a alertar-nos e a dizer “atenção que não é só aos outros que acontece”?

Lena, a protagonista, fez uma escolha. E essa escolha abalou não só a sua vida, mas a de todos ao seu redor. E ela simplesmente não consegue sequer pensar em seguir em frente, porque ela deixou algo de terrível acontecer. Ela sente-se culpada. Sente que não tem qualquer direito a ser feliz de novo.

I didn’t know how I was supposed to feel, how I was supposed to move on from this point, but I knew I didn’t deserve something good like this.”

O livro foca na forma como ela volta a tentar viver, com ajuda, passo a passo e como ela começa a tentar reconstruir amizades.

“I knew I couldn’t go back and start a new beginning. I couldn’t rewrite the middle. All I could do was change tomorrow, as long as I had one.”

É um livro tão forte, tão autêntico, com uma narrativa tão poderosa. Não é apenas mais uma história. É literalmente, o que acontece todos os dias, em diversas partes do mundo. É real!
A autora conseguiu com que eu repensasse em coisas que supostamente são de senso comum. Eu chorei e chorei e o meu coração estava literalmente em frangalhos.
Assustados? Don’t worry. Apesar de tudo, temos um romance super doce, super fofo, super lindo!
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– Com spoiler –
Lena, a protagonista, meteu-se no carro com quatro amigos, depois de saírem de uma festa onde houve algumas bebidas envolvidas. No momento seguinte, ela acorda numa cama de hospital, completamente enfaixada e descobre que foi vítima de um acidente de carro onde os seus quatro amigos… morreram. O pior de tudo? Guilt’s survivor. A tal culpa do sobrevivente. Ela culpa-se pela morte dos amigos. Culpa-se porque sabia que poderia ter evitado o pior.

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Conseguem imaginar a dor e os pensamentos que não lhe passarão na cabeça? É nisso que a narrativa se foca. Na recuperação dela, tanto a nível físico quanto emocional, em como ela lida com as perdas que sofreu e a culpa que carrega consigo. Ela SABE que o que aconteceu é real mas não consegue arranjar forças para ACEITAR essa mesma realidade. E então, ela tenta afastar tudo e todos. Porque pensa que não tem qualquer direito a ser novamente feliz. A avançar com a sua vida.

Mas graças a Deus, ela sempre teve a família a apoiá-la. E o melhor amigo, Sebastian, que é a coisa mais linda (panca com olhos azuis, tá?) e doce à face da Terra, com a sua paciência infinita.

“I’m not leaving. You can get mad. You can get upset, but I’m staying right here, because whether you realize it or not, you shouldn’t be alone. I’m not going anywhere.” 

É um livro forte mas aconselho a todos, a lerem-no!

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Koe no Katashi / A Silent Voice | Opinião

Koe no Katashi / A Silent Voice | Opinião

Olá my little birdies!
Hoje venho-vos trazer a opinião sobre um filme que mexeu muito comigo – Koe no Katashi – um filme de animação japonês.

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Sinopse A história também conhecido como A Silent Voice “gira em torno de Shōko Nishimiya, que sofre de surdez.
Quando ela se transfere para uma nova escola, Ishida e o resto da turma, começam a fazer bullying para com ela. No entanto, quando a mãe da menina notifica a escola, ele é identificado e culpado por tudo o que foi feito. Shōko acaba por mudar de escola  e Ishida é completamente condenado ao ostracismo durante todo o ensino básico e secundário, enquanto professores fingem que não vêem.
Agora, no 12º ano, Ishida ainda atormentado com os erros que cometeu quando era mais jovem e sinceramente arrependido das suas acções passadas, entra numa jornada de redenção.

Opinião Eh pah… Eu não consigo vos explicar o que este filme significou para mim. Eu sabia que seria algo de mais forte e dramático, mas fui naquela onda de shoujo que amo. Não poderia estar mais enganada!
Primeiro de tudo, focou em algo que passou a fazer um bocadinho parte da minha vida e ao qual passei a dar alguma atenção (apesar de não tanta quanto deveria). Falo da parte da surdez da protagonista.
AMEI AMEI AMEI ver como usaram língua gestual japonesa no anime! Sempre que vejo algo com língua gestual fico com vontade de aprender!

E outro grande plus foi que …. este não é o típico “ai vou me desculpar e já está”. Não….. este filme mostra de uma certa forma as cicatrizes que comportamentos e palavras deixam na vida das pessoas – neste caso, tanto na vítima, como no agressor.
Ele acaba completamente isolado e depressivo, a ouvir vozes na cabeça, vozes essas que  pensa que são dos colegas a falar mal dele e isso fez com que ele não conseguisse olhar para a cara de ninguém. Ela, por outro lado, apesar de mostrar sorrisos e momentos que supostamente consideramos felizes, acaba por nos fazer ver que também ela sofre de depressão, que se odeia a si mesma e à sua surdez. E acreditem! Foi doloroso! Ela sorria SEMPRE. Até quando percebia que a punham de lado. Até quando gozavam com ela. ELA SORRIA. Era horrível… Apertou-me mesmo o coração. Até porque depois percebemos o que ela realmente escondia atrás dos sorrisos.

E a situação deles é algo TÃO IMPORTANTE hoje em dia! Porque vemos os dois lados da moeda! Vemos dois lados da depressão! Vemos que realmente a depressão não tem cara! Por isso, temos de ter cuidado com o que dizemos e falamos. Temos de tentar entender, tentar ter mais compaixão, tentar ser algo melhor! Não só para os outros mas também connosco mesmos!

Esta história é linda e maravilhosa porque mostra-nos como apesar de anos e anos se passarem, ainda é possível uma redenção. Ainda é possível alcançarmos uma espécie de felicidade. Ainda é possível obtermos perdão e perdoarmos. Ainda é possível….

Fiquem com um amv que achei lindo! Mas atenção…. contém spoilers!